segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Em prol do acesso livre à cultura.

O jornalista Flávio Paiva disponibiliza centenas de documentos em novo site, arquitetado pelo projeto Pirambu Digital

Que a internet é um espaço com capacidade quase infinita de armazenamento de informação, já se sabe. Porém, o que muitos desconhecem é exatamente como organizar essa vastidão de dados em forma de palavras, imagens e vídeos de forma coerente. Em busca desse ordenamento informacional, o jornalista e colunista do Diário, Flávio Paiva, deu uma nova roupagem ao site que armazena sua produção, disponibilizando, de forma mais acessível, um acervo com aproximadamente 450 artigos, 11 ensaios, cerca de 80 partituras musicais, 80 partituras de músicas, das quais 43 são infantis e mais de 30 vídeos, em que se encontram apresentações musicais de produções do jornalista e ainda palestras.


"O site foi feito há quase 10 anos, em que estávamos em outro contexto e a internet era outra. Fiquei pensando como ele poderia estar mais sintonizado com o tempo presente", contextualiza o jornalista. O novo layout, design e os princípios de navegabilidade do www.flaviopaiva.com.br foram pensados e desenvolvidos com o auxílio da Cooperativa Pirambu Digital.


"Deixamos o site do Flávio mais moderno, para tornar a comunicação com os usuários mais fácil. Ele conta agora com mais recursos como galeria de fotos e vídeos, espaço para comentários, integração com as redes sociais, é possível ouvir músicas e o layout ficou mais limpo", explica o diretor técnico da Cooperativa Pirambu Digital, Hélio Pinheiro.


A reformulação do site surgiu também da demanda dos próprios usuários que visitavam a página para pesquisas. "Professores e pesquisadores pediam muita autorização para reproduzir os textos em trabalhos e em sala de aula. Pensando nisso foi que criamos tudo baseado no princípio da ´cultura livre brasileira´, quero que as pessoas compartilhem os documentos e fiquem à vontade para imprimir, publicar e difundir", explica o jornalista.


Toda a produção do colunista desde 1984 até hoje poderá ser acessada no endereço eletrônico. Flávio destaca que a parte musical teve atenção especial por conta das solicitações de professores e regentes de corais que frequentemente requeriam esse material. Agora, tudo o que for relativo a texto pode ser acessado em formato .pdf para facilitar a reprodução por parte dos usuários, sobretudo, aqueles que tiverem fins educacionais.


No entanto, as restrições que Flávio Paiva faz em relação ao uso de suas produções dizem respeito à finalidades comercial, política ou religiosa. "Nesses casos, precisarei avaliar", alerta.


Cooperação

O novo site estará disponível a partir das 8h30 de hoje, quando será lançado oficialmente, na sede da Cooperativa. Na ocasião, será apresentado um vídeo sobre o trabalho da Cooperativa Pirambu Digital e o desenvolvimento do site, que irá fomentar as discussões sobre cultura livre e direitos autorais, temas que se fizeram presentes na elaboração do projeto de Flávio Paiva.


A opção do jornalista em trabalhar em parceria com a Cooperativa do Pirambu se deve também ao fato dele partilhar do ideal de produção coletiva que norteia as ações da instituição. "Eu comecei trabalhando com comunicação alternativa e também com uma cooperativa de poetas e escritores, portanto, vi essas coisas de perto e estou muito satisfeito com o resultado do trabalho da cooperativa", frisa Paiva.


Currículo

Flávio Paiva é cearense, jornalista e escritor, nasceu no município de Independência em 1959. Escreve todas as quintas-feiras para o Diário do Nordeste, desde 2005. É autor de livros nas áreas de cultura, cidadania, gestão compartilhada, mobilização social, memória e infância. Participa também de ensaios em coletâneas, a exemplo da "Rumos Brasil da Música: pensamentos e reflexões", publicada pelo Itaú Cultural, em 2006.


Nas três últimas décadas atuou em ações culturais e de cidadania, a exemplo da participação como Conselheiro do Centro de Estudos do Trabalho e de Assessoria ao Trabalhador (Cetra); membro efetivo do Grupo de Cultura e Identidade, do Planejamento Estratégico da Região Metropolitana de Fortaleza (Planefor), coordenador do Fórum pelo Fortalecimento da Música Plural Brasileira; dentre outros.


Pelos trabalhos como jornalista, escritor e ativista cultural já foi premiado com o título de Cidadão de Fortaleza, concedido pela Câmara Municipal de Fortaleza; a medalha Capistrano de Abreu, da Prefeitura Municipal de Maranguape; a menção honrosa do Prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos, do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo e Anistia Internacional, entre outros.


Mais informações


Lançamento do novo site do jornalista Flávio Paiva. Às 8h30, na sede da Cooperativa Pirambu Digital. End. Rua Nossa Senhora das Graças, 1097, Cristo Redentor. Contato: (85)3236. 0541


FIQUE POR DENTRO


Cooperativismo, fonte de renda e ação social


A Cooperativa Pirambu Digital existe há seis anos e surgiu da ideia do professor do Instituto Federal de Educação Tecnológica do Ceará (IFCE), Mauro Oliveira, idealizador do projeto Pirambu Digital. Ele incentivou os jovens egressos do projeto a se unirem de modo a ofertar os serviços em suas áreas de formação, no próprio bairro, gerando renda que pudesse também ser revertida para a comunidade na forma de outros projetos, sobretudo no sentido de promover a inclusão digital.

A Cooperativa foi fundada assim por 52 jovens. Hoje, o número de cooperados é de 30. Estes prestam serviços diversos como desenvolvimento de sites, arte e design, manutenção de computadores e ainda desenvolvimento de sistemas. Sem contar os treinamentos e promoção de eventos na área de informática. A instituição funciona no segundo andar de um galpão, sede do projeto Emaús, que está na raiz da formação da cooperativa, ainda com o projeto Pirambu Digital.


Além do reconhecimento com prêmios nacionais e locais concedidos por instituições de diferentes naturezas como Banco do Brasil e o Ministério da Educação, a Cooperativa tem em seu portfólio trabalhos realizados para a Prefeitura de Fortaleza, Banco do Nordeste e instituições privadas e sem fins lucrativos.



sábado, 28 de janeiro de 2012

Guarda Municipal e Pró-cidadania depende só da aprovação da lei que já se encontra na Câmara Municipal de Independência.

Viatura no pátio na garagem da prefeitura.

Já se encontra na Câmara Municipal de Independencia a Lei Complementar Nº 456/2011, 27 de dezembro de 2011. A lei institui a Guarda Municipal de Independencia, a lei já se encontra na Comissão de Justiça na Câmara. Como a Câmara Municipal se encontra de recesso e voltará somente no dia 01 de fevereiro, não se sabe se a lei entrará em pauta no dia 01.

A Guarda Municipal irá cuida do trânsito da cidade e dos equipamentos públicos, o que vai evitar a depredação, Em muitos casos a Guarda Municipal irá atender a população, em alguns casos a população em vez de acionar a Polícia Militar, poderá acionar a Guarda Municipal ou a Pró-cidadania. A criação da Guarda pode facilitar o atendimento aos moradores e desafogar a PM, que já tem outras ocorrências para atender.

Segundo a Lei Complementar a Guarda Municipal tem como objetivos atender a população quando da ocorrência de eventos danosos, em auxilio à defesa civil e autoridades do município; no exercício da fiscalização do trânsito, autuar os infratores do Código de Trânsito Brasileiro e da legislação de trânsito.

Pró-Cidadania

Pró-cidadania/Governo do Estado/Prefeitura após terminar o seu segundo ano de contrato. A previsão era de renovação, desde que a prefeitura atendesse os critérios colocados pelo Governo o que já foi cumprido ao longo deste primeiros meses de nova administração. Como por exemplo, uma lei criando a Guarda Municipal. O grupo conta hoje com 20 componentes e vai atua em locais estratégicos da cidade, juntamente com a Guarda Municipal, como Prefeitura, Secretarias, Fórum, Promotoria, Hospital e outros, além de dar um grande suporte à Polícia, tanto em operações, como busca de armas, prisões e até no uso da própria viatura, principalmente, no trânsito.

De acordo com o Cel. Gurgel, responsável com o contrato da pró-cidadania em Fortaleza, o contrato com a Prefeitura Municipal de Independência será de 03 anos de 2012 a 2014. Todas as pendências já foram resolvidas entre a Prefeitura e o Governo do Estado. Só falta a aprovação da lei da Guarda Municipal que é a ultima pendência do contrato com o Governo do Estado.






quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

World Trade Center: Coincidência ou Homenagem?

Na entrada na cidade de Independência existem umas torres com uma placa de boas vindas aos visitantes e aos moradores de nossa cidade. As torres é um cartão de visita da cidade aos visitantes. As torres são grandes e sempre buscou a curiosidade de todos nós em saber o verdadeiro significado da torres. Achamos uma coincidência de nossas torres com as de Manhanttan. Talvez muitos não achem coincidência ou talvez encontre algo em comum. Bom, cada um tire sua conclusão.

O World Trade Center foi um complexo de sete edifícios, mais conhecido apenas pelas torres gêmeas, construídos em Lower Manhattan, na cidade de Nova York. O complexo abriu em 4 de Abril de 1973 e foi destruído em 2001, durante os ataques de 11 de Setembro. À época, foram considerados os edifícios mais altos do mundo, superando o Empire State Building. Atualmente, o terreno abriga o Museu e Memorial Nacional do 11 de setembro e outros cinco novos arranha-céus estão sendo construídos. O complexo foi projetado no início da década de 1960 por Minoru Yamasaki em parceria com as empresas Associates of Troy, do estado de Michigan, e Emery Roth and Sons de Nova York.[1]

As torres gêmeas de 110 andares usaram o método estrutural de seções tubulares. Para ter a aprovação do projeto, o Port Authority of New York and New Jersey concordou em assumir o controle da empresa Hudson & Manhattan Railroad, predecessora da linha de metrô Port Authority Trans-Hudson (PATH), que liga Manhattan à Nova Jersey e que passava por debaixo do complexo. A pedra fundamental do edfício foi lançada no dia 5 de Agosto de 1966. A Torre Norte foi concluída em Dezembro de 1972 e a Torre Sul foi finalizada em Abril de 1973. Sua construção envolveu a escavação de inúmeros metros cúbicos de terra, usados posteriormente na criação do parque Battery Park City, a oeste de Lower Manhattan. O custo da construção foi de US$400 milhões ($2,169,167,354 em valores atuais). Localizado no coração financeiro da cidade de Nova York, o complexo possuía 1.24 milhão de m² de área útil.[2][3] O restaurante Windows on the World se encontrava nos andares 106 e 107 da Torre Norte enquanto o deck de observação Top of the World localizava-se no andar 107 da Torre Sul. Os outros edifícios do complexo eram o Marriott World Trade Center; 6 World Trade Center, edifício sede de órgãos do governo; e o 7 World Trade Center, que foi construído em 1980. O World Trade Center pegou fogo parcialmente em 13 de Fevereiro de 1975 e sofreu um ataque a bomba em 26 de Fevereiro de 1993. Em 1998, o Port of Authority decidiu privatizar o complexo, transferindo a administração de todos os edífícios para uma empresa privada, a Silverstein Properties em julho de 2001.